Home Data de criação : 09/03/05 Última atualização : 09/03/06 19:12 / 5 Artigos publicados
 

Obesidade  escrito em sexta 06 março 2009 19:12

Obesidade

Com o avançar da idade, naturalmente ocorre uma diminuição da massa magra e aumento da gordura corporal. Com isso, a mulher adquire gordurinhas e flacidez com mais facilmente. Para não ajudar ainda mais a força da natureza que já não está mais tão favorável à mulher nesta fase é importante trabalhar a musculatura do corpo e é fundamental controlar a alimentação.

Procure um profissional, não faça dietas por conta propria porque o resutado pode ser desanimador além de provocar efeitos metabolicos que não estava no "programado"...

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Meu C.V  escrito em quinta 05 março 2009 15:50

Edna Santana Gonzales

Graduação: Nutrição                                         

Pós – Graduação – Obesidade e Emagrecimo

Curso Relacionado:

Cardiopatias Congênitas

Inovação Biotecnologia em Alimentos

A Obesidade na Infância e Adolescência

Curso Técinico

Acupuntura

Estética

Resumo

Realizo palestras, acompanhamento nutricional em grupo, elaboro dieta personalizada para quem quer  perder ou ganhar peso sem prejudicar a saúde, graças a um trabalho dietoterápico.  Desenvolvo dietas capazes de tornar mais rápida a recuperação dos pacientes.

Tenho domínio em informática, docente, planejamento, organização, comando, custos, vendas e Avaliação Nutricional.

Hábito

Av. Antonio de Souza, 22 antigo 608 - Centro - Guarulhos- SP

Tel011) 2461-2578

Cel011) 8421-7009

e-mail: edna-nutri@ig.com.br

 

 

 

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NECESSIDADES NUTRICIONAIS  escrito em quinta 05 março 2009 15:01

Necessidades nutricionais São as quantidades de energia e de nutrientes biodisponíveis necessários para a manutenção dos processos vitais.

Variam conforme idade , sexo e atividade física . São considerados a quantidade de energia e nutrientes utilizados nos processos digestivos e de absorção intestinal.

Recomendações nutricionais São estimativas da quantidade de energia e nutrientes dos alimentos consumidos que satisfazem as necessidades nutricionais da maioria dos indivíduos de uma população sadia.

Baseiam-se nas cifras das necessidades , corrigidos pela biodisponibilidade, às quais se adiciona a quantidade necessária para cobrir a variabilidade individual e, no caso de algum nutriente, acrescenta-se também quantidade adicional como margem de segurança.

Portanto: as necessidades de nutrientes são inferiores às recomendações.

Para  abordar o estudo das necessidades energéticas e de outros nutrientes, formaram-se,  desde a década de 40, comitês de especialistas que começaram a se reunir sistematicamente com o objetivo de determinar,  cientificamente, a quantidade de cada um dos nutrientes para o organismo manter-se saudável. Temos o grupo de peritos da FAO/OMS, que é o mais antigo de todos, o da Universidade das Nações Unidas - UNU e por sinal, os três organismos formam um Comitê que atua em conjunto até hoje. Além destes, há dois importantíssimos  órgãos que também determinam as recomendações nutricionais no mundo . Um deles é o "National Research Council"-NCR (Conselho de Investigação Nacional) e o outro é o "Food and Nutrition Board" (Junta de Alimentação e Nutrição). Ambos são os responsáveis pela formulação da "Recommended Dietary  Allowance" - RDA, que consiste na estimativa das necessidades energéticas e na recomendação de nutrientes para indivíduos sadios, revisada em 1989 e substituída pela Ingestão Dietética Recomendada – IDR (anexo 1), em 1998, conforme segue:

ð RDI :  New Dietary Reference Intakes ( Novas Referências do Consumo Alimentar )

Mudanças:

1)                   nova distribuição de faixa etária

2)                   aumento de Fe

3)                   inclusão de Fe para gestantes e lactentes

4)                   inclusão : Flúor, ácido pantôtenico,  Biotina e Colina

5)                   Aumento de: Cálcio, Fósforo, Magnésio, Vits D, B1,B2, Niacina, Ácido fólico, B12. 

As recomendações são específicas para idade e sexo . Avaliam a ingestão de nutrientes de indivíduos quando são analisadas informações da alimentação de alguns dias. Não representam a média das necessidades da população ( pois seria adequada somente para 50% da população ) , mas foram estabelecidos dois desvios-padrão acima das necessidades médias, que atende 97,5% da população . Inclui também uma margem de segurança para levar em conta perdas de nutrientes que podem ocorrer no cozimento e armazenamento de alimentos e a variação das necessidades na população. Considerou-se ainda a estabilidade dos nutrientes, a capacidade corporal de armazenar ( reserva) o nutriente, a faixa das necessidades observada, a biodisponibilidades dos nutrientes na dieta dos EUA, os perigos de uma ingestão excessiva e as dificuldades em estabelecer valores exatos.

Estas recomendações tiveram como objetivo planejar campanhas nutricionais para grupos populacionais , portanto quando é usada para avaliação usual de um indivíduo pode ser alta para a maioria das pessoas do mesmo sexo e idade, assim se uma pessoa não tenha ingestão no nível recomendado, não será necessariamente deficiente em um nutriente, ou seja um indivíduo não necessita ingerir 100% das recomendações diárias , pois são médias para cobrir vários dias. (alguns nutrientes como Vit A são estocados cobrindo as médias necessárias durante um certo período),  porém se a ingestão diária for menor que dois terços das recomendações para vários nutrientes, uma avaliação mais profunda é necessária ð no uso da recomendação para um indivíduo é mais seguro um tempo médio de ingestão ( múltiplos de dia) ao invés do recordatório 24 horas.

Cobre, Manganês, Flúor, Cromo e Molibdênio:

Para estes nutrientes essenciais, os dados disponíveis são insuficiente para estabelecer uma ingestão recomendada : Esses dados são conhecidos como Ingestão Alimentar Diária Segura e Adequada – IADSA . São apresentados em intervalos considerando limites inferiores e superiores como limite de segurança. 

Sódio , Cloro e Potássio:

Para estes eletrólitos foram determinadas as necessidades mínimas pela dificuldade de se estabelecer ainda, alguns parâmetros mais seguros.

No informe técnico da FAO/OMS/UNU, publicado em 1985, verifica-se que a  necessidade energética de  um indivíduo é a quantidade de energia alimentar  que deve ser ingerida para compensar o gasto energético, de acordo com o tamanho, composição corporal e grau de atividade física , para a manutenção de bom estado de saúde.  Também  foi sugerido que essas necessidades de energia fossem calculadas  como múltiplos do metabolismo basal, levando em consideração a idade e sexo do indivíduo  e  o grau de atividade física  (5).  O mesmo foi seguido  também    pela  "NCR" e "Food and Nutrition Board",  em 1989.

Em 1990:

·         Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição – SBAN , publica:“ Aplicação das Recomendações de Nutrientes para a População Brasileira” e propõe recomendações especiais para a família da população brasileira que satisfaz as necessidades de todos os membros da família (anexo 2)

·         comitê da FAO/OMS reviu a distribuição de macronutrientes  em relação ao Valor Energético Total da dieta estabeleceu algumas recomendações.

 

 

Comparação das proporções dos macronutrientes em relação ao VCT  segundo

Recomendações da FAO/OMS e SBAN:

 

 

% do VCT

FAO / OMS (antigo)

FAO/OMS (1990)

SBAN (1990)

Proteínas

10 a 15 %

10 a 15 %

10 a 12 %

Hidratos de carbono

50 a 60 %

55 a 75 %

60 a 70 %

Lípideos

25 a 30 %

15 a 30 %

20 a 25 %

 

 

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OS MINERAIS  escrito em quinta 05 março 2009 14:50

Os  minerais têm influência no movimento da água entre os vários compartimentos fluidos do organismo devido aos efeitos destes na pressão osmótica das soluções das quais fazem parte.

Transmissão dos impulsos nervosos

Minerais envolvidos (Sódio, potássio e cálcio)

A bomba sódio-potássio e a enzima NA-KATPase regulam os íons Na e K através da célua nervosa. Quando o impulso nervoso  alcança o fim da célula, induz as proteínas na membrana a deixarem que os íons de cálcio entre na célula, favorecendo a liberação de neurotransmissor que se liga à membrana da célula do tecido nervoso seguinte, em cadeia. Assim o processo vai se repetindo.

Regulação da contração muscular

Os músculos do organismo estão banhados de fluido intercelular, o qual contém alguns íons que propiciam a contração muscular, como o íon Ca, e o relaxamento muscular, como os íons Na, K e Mg. Todo o processo é estimulado pelo impulso nervoso.

Cofatores em reações biológicas:

Muitos íons minerais se ligam à enzimas (metaloenzimas) como os íons de ferro, zinco e cobre (1/3 das enzimas conhecidas exigem minerais para atuarem adequadamente). Isto já mostra a essencialidade dos minerais.

Facilitadores de absorção, digestão e transporte de outros nutrientes

Ex.:    sódio facilita absorção de carboidrato;

         Magnésio também facilita absorção de carboidrato;

         Cálcio facilita absorção da vitamina B12

Várias enzimas são ativadas por minerais no sistema gastrintestinal.

 

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Constipação Intestinal  escrito em quinta 05 março 2009 14:43

A Sociedade Paulista de Gastroenterologia Pediátrica e Nutrição - SPGPN (1994) definiu constipação, como uma síndrome que consiste na eliminação, com esforço, de fezes ressecadas ou de consistência aumentada, independentemente do intervalo de tempo entre as evacuações.

Em estudo realizado por Maffei e col. (1994) em ambulatório especializado, constipação crônica funcional foi definida como sendo a eliminação de fezes ressecadas ou em síbalas há pelo menos 30 dias e/ou menos que 3 evacuações semanais na criança já desmamada.

Em outro estudo realizado por MORAIS e col. (1996), também em ambulatório especializado, constipação foi definida como a eliminação de fezes endurecidas, com dor ou dificuldade, há mais de três meses, associada ou não a aumento no intervalo das evacuações, raias de sangue em torno das fezes e escape fecal. Assim, valoriza-se, em nosso meio, a consistência endurecida das fezes, enquanto estudos estrangeiros tendem a valorizar o aumento no intervalo entre as evacuações.

No entanto, Loening-Baucke (1993) ao definir constipação como a ocorrência de menos de três evacuações por semana, ressalta que a ocorrência de dor ou choro durante as evacuações, comportamento de retenção fecal e escape fecal devem ser considerados como elementos diagnósticos de constipação, independentemente da freqüência de evacuações.

Recentemente, BAKER e col. (1999) definiu constipação como sendo retardo ou dificuldade nas defecações, presente por duas ou mais semanas, e suficiente para causar desconforto significante para o paciente.

Quando houver aumento importante nos intervalos entre as evacuações ou quando as fezes forem bastante endurecidas ou em forma de síbalas, considera-se a existência de um quadro de constipação intestinal. O intervalo aumentado e o aumento da consistência das fezes podem coexistir em um mesmo paciente, mas podem existir casos de constipação intestinal, nos quais o paciente pode evacuar duas a três vezes ao dia em síbalas. (GANC e BARONE 1989).

Embora a constipação intestinal seja um sintoma relativamente freqüente na população geral, o diagnóstico nem sempre é fácil, pois devem ser levados em conta vários fatores, não só a freqüência das evacuações, mas também as características e quantidade de fezes eliminadas, assim como a sensação de dor ou necessidade de esforço por parte do paciente no momento da evacuação (FREITAS 1997).

Constipação é uma condição na qual a freqüência ou quantidade de defecação é reduzida. De uma forma geral, ela é dada conforme a quantidade do bolo fecal em gramas, consistência do mesmo, quantidade de evacuações por semana, dificuldades para evacuar e dores abdominais (NIMER e col. 1994).

 

 

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